29/06/2026 06:17 - Actualidad
Ao comprar uma casa, os novos proprietários podem se deparar com surpresas de todo tipo. Mas o que Jeff Notrica, empresário norte-americano e presidente da Inman Park Properties, descobriu superou qualquer expectativa: durante uma inspeção no porão de sua nova aquisição em Atlanta, encontrou um barril da reconhecida marca de refrigerantes que especialistas datam do início do ano 1900.
O que parecia uma curiosidade se transformou em um achado de enorme valor histórico: especialistas afirmam que o recipiente pode ter sido utilizado para armazenar o protótipo original da Coca-Cola.
Notrica comprou a casa com o objetivo de preservar edifícios históricos da cidade. Seu plano é convertê-la em um espaço comercial para conservar seu legado, segundo declarou ao The Atlanta Journal-Constitution.
Para realizar a reforma, contratou a restauradora Alison Gordon, que junto com o Atlanta Preservation Center levará a cabo a recuperação e transformação do imóvel.
"É muito emocionante fazer parte de algo tão profundamente ligado à história de Atlanta"
A bebida foi criada por John Stith Pemberton em 1886 como um medicamento para dores de cabeça e fadiga. No entanto, foi Asa Griggs Candler quem viu seu potencial comercial e decidiu comprar a fórmula em 1888 por US$ 2.300.
A jogada foi brilhante: apenas quatro anos depois, as vendas haviam se multiplicado por dez. Entre 1894 e 1895 começou a expansão nacional com a abertura de fábricas em Dallas (Texas), Chicago (Illinois) e Los Angeles (Califórnia).
Para os fãs da marca, Atlanta oferece outra visita obrigatória: World of Coca-Cola, um complexo que combina museu e fábrica em uma área de 4.000 m².
Com mais de um milhão de visitantes anuais, o circuito inclui uma linha de engarrafamento em funcionamento, exposições com obras de Andy Warhol, Steve Penley e Norman Rockwell, e milhares de objetos vinculados à marca. O tour termina com uma degustação de mais de 70 produtos elaborados pela empresa em diferentes países.
Ingressos: a partir de US$ 23 (disponíveis online)
Fonte: LA NACION
Alfredo S. Quiroga