14/07/2026 06:37 - Economia
De acordo com as projeções de diversas consultorias privadas, a inflação da Argentina em junho de 2026 deve ter perfurado o piso de 2%, situando-se em uma faixa de 1,8% a 1,9%. Esse dado representa uma melhora em relação ao 2,1% registrado em maio deste mesmo ano.
Para os próximos meses, as expectativas do Mercado de Expectativas (REM) do Banco Central da República Argentina (BCRA) — o banco central do país — projetam uma inflação entre 1,8% e 2,1% para julho, e 1,8% para agosto.
O cenário dos preços mostra uma mistura de variáveis que pressionaram tanto para cima quanto para baixo durante o último mês.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta que a inflação feche o ano de 2026 em 25%, com a meta de alcançar um dígito para 2028. Nesse contexto de desaceleração, o risco-país (indicador que mede a probabilidade de um país não pagar sua dívida externa) continua sua tendência descendente, o que gera um clima de otimismo no governo nacional.
A estabilidade dos preços é um pilar fundamental para o crescimento econômico, e essas projeções sugerem um caminho alentador em direção à estabilidade monetária que traria tantos benefícios às famílias argentinas.
Alfredo S. Quiroga