14/07/2026 22:13 - Internacionales
No dia 14 de julho de 2026, as ruas de Paris se vestiram de gala para celebrar a festividade nacional da França, conhecida como o Dia da Bastilha. Para quem não conhece, essa data celebra a queda da Bastilha em 1789, um evento fundamental da Revolução Francesa que simboliza a liberdade e a democracia. Este ano, o evento teve uma conotação muito especial, não apenas por ser o último desfile presidido por Emmanuel Macron em seu mandato, mas também pelo impressionante desafio logístico de coordenar as forças de 36 países diferentes na abertura do desfile, segundo a mídia internacional.
O presidente ucraniano Volodímir Zelensky foi o grande convidado de honra do dia, uma decisão que simboliza o apoio inequívoco da Europa à Ucrânia no atual contexto de conflito. Sua presença na tribuna presidencial ao lado de Macron enviou uma mensagem contundente de unidade e solidariedade no continente.
Sob o céu de Paris, o desfile serviu como uma clara exibição do rearmamento europeu. Macron aproveitou a ocasião para refletir sobre o futuro do continente, mencionando que a história julgará a ação europeia. As tropas e equipamentos das diferentes nações aliadas desfilaram em perfeita sincronia, demonstrando uma capacidade de coordenação sem precedentes e uma esperança renovada na força da aliança.
Conseguir que militares de 36 nações marchem em uníssono pela avenida dos Campos Elíseos (a famosa avenida de Paris que conecta a Praça da Concórdia ao Arco do Triunfo) não é tarefa fácil. Cada contingente trouxe suas peculiaridades, desde uniformes e tradições até estilos de marcha, o que exigiu meses de preparação e ensaio. O resultado foi um espetáculo impecável que celebrou a diversidade e a força das alianças europeias e internacionais.
14 de julho de 2026
Avenida dos Campos Elíseos, Paris, França
Alfredo S. Quiroga